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_Brazil Biomass Energy

_perfil do setor

A biomassa é uma das fontes para produção de energia com maior potencial de crescimento nos próximos anos, segundo projeções do Atlas de Energia Elétrica do Brasil, publicado pela ANEEL em 2009. Tanto no mercado internacional quanto no interno, é considerada uma das principais alternativas para a diversificação da matriz energética e a consequente redução da dependência dos combustíveis fósseis.

Os setores florestal e sucroalcooleiro possuem alto potencial para implantação de desenvolvimento de projetos de cogeração de energia. A BBE foca no investimento e no desenvolvimento de soluções em energia para esses setores.

_setor sucroalcooleiro

A cana-de-açúcar brasileira é a cultura mais eficiente em produção de energia do mundo. Para cada hectare de cana-de-açúcar, são produzidos cerca de 7,5 mil litros de etanol e exportados cerca de 8,5 mil kWh de bioenergia.

O Brasil é o maior produtor de cana do mundo. Hoje, existem no País mais de 400 usinas que produzem etanol, açúcar e bioeletricidade e a safra 2010/11 apresentou moagem de aproximadamente 625 milhões de toneladas. A região centro-sul do País (Sudeste, Centro-Oeste e Sul) responde por cerca de 90% da produção nacional. A produção de cana vem passando por um processo de consolidação no mercado,contudo,ainda é bastante fragmentada. Segundo dados da Datagro, o maior grupo produtor possui atualmente um market share próximo de 9% e os 25 maiores produtores possuem 58% do mercado doméstico.

Atualmente, a cana é considerada um importante insumo energético para o Brasil. Segundo dados do Balanço Energético Nacional 2010, as lavouras de cana do País contribuíram, em 2009, com mais de 18% da oferta interna de energia por meio da produção de etanol e bioeletricidade.

Entretanto, quando considerada somente a geração de eletricidade a partir de bagaço de cana, a participação na matriz nacional é bem menor. A capacidade instalada da biomassa no Brasil é de 8,5 GW, sendo que desses, 6,8 GW são de bagaço de cana. Portanto, o bagaço representa apenas 6% da capacidade instalada nacional.

Segundo estudo elaborado pela Cogen, em 2010 as usinas de açúcar e etanol apresentaram uma geração de energia de 1.800 MW médios, correspondendo a apenas 3,7% das necessidades do País. Com a implementação de caldeiras de alta eficiência e a utilização da palha da cana, o estudo sugere que em 2020 essa geração pode aumentar para 13.000 MW médios, o que representa 14% da demanda de energia do Brasil no ano. Isso indica que a fonte possui um grande espaço para crescimento.

Há algumas vantagens para o País na adoção da cogeração através do bagaço e palha de cana-de-açúcar:

  • Complementaridade à geração hidráulica: a safra da cana-de-açúcar na região Centro-Sul do País coincide com a época da seca (baixa incidência de chuva). Isso significa que enquanto os reservatórios de água das usinas hidroelétricas estão vazios e, portanto, gerando pouca energia, as usinas de cogeração com bagaço estão operando;
  • Baixos custos logísticos: como as instalações da planta de cogeração são anexas às usinas de açúcar e álcool, o custo logístico do combustível (bagaço de cana) é muito pequeno;
  • Rápida implementação: o tempo médio instalação de uma planta deste tipo é de cerca de 18 meses;
  • Tecnologia brasileira: os equipamentos de cogeração podem ser adquiridos no Brasil, diminuindo o risco cambial e facilitando a obtenção de financiamento junto ao Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES); e
  • Energia limpa: o bagaço e a palha da cana-de-açúcar são combustíveis renováveis.

Como forma de estimular os investimentos na fonte, o Governo do Estado de São Paulo concede benefícios para projetos de cogeração a bagaço e palha de cana-de-açúcar localizados em São Paulo. Esses benefícios contemplam isenção imediata de ICMS na aquisição de equipamentos e bens de capital usados para a cogeração.

A oportunidade de investimento nesse setor surge da abundância de matéria-prima no Brasil, de um mercado fragmentado e do fato da geração de energia ser limpa e renovável.

_setor de silvicultura

No Brasil, assim como em outros países, as florestas plantadas são cultivadas segundo a orientação de planos de manejo sustentável, de forma a reduzir os impactos ambientais e promover o desenvolvimento econômico e social das comunidades vizinhas. É com base em tecnologias avançadas de gestão e controle que as empresas de celulose e papel procuram alcançar práticas de excelência em sustentabilidade na área ambiental.

A biomassa florestal no Brasil é tipicamente composta por:

  • Biomassa resultante das formações florestais nativas (florestas plantadas);
  • Resíduos que permanecem no campo após as operações de colheita florestal, correspondente a aproximadamente 10 a 12% do total de biomassa produzida no local;
  • Resíduos de indústrias que tem a madeira como matéria-prima (resíduos madeireiros); e
  • Florestas destinadas à produção de carvão vegetal ou lenha.

Hoje, a produção brasileira de celulose e papel origina-se exclusivamente de florestas plantadas, sendo um dos mercados mais desenvolvidos e competitivos do mundo. O eucalipto, por exemplo, apresenta crescimentos constantes de produtividade e, em 2010, atingiu uma média de 44 m³/haano, produtividade duas vezes maior que a da Austrália e quatro vezes superior a das espécies equivalentes nos Estados Unidos, dois importantes produtores mundiais. Em 2010, o Brasil possuía 6,5 milhões de hectares de florestas plantadas (eucalipto e pinus), segundo a Associação Brasileira de Produtores de Florestas Plantadas (ABRAF), e a área plantada apresentacrescimento médio de 4,2% ao ano entre 2005 e 2010.

O Brasil possui potencial para crescimento nesse setor. Em comparação com outros países, a área com florestas plantadas no Brasil em relação à área total nacional ainda é muito pequena, como pode ser visto na tabela abaixo.