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_Brazil Hydropower

_perfil do setor

O Brasil possui uma rede hidrográfica extremamente privilegiada para a geração hídrica. Além de deter uma das maiores reservas de água doce do mundo, conta comrios de extensão, largura e profundidade muito favoráveis à instalação de hidrelétricas. Todas essas características fazem com que o Brasil, segundo dados do International Energy Agency (IEA), se posicione como o país com maior fator de capacidade do mundo (57%, contra 42% da China e 34% dos EUA, por exemplo).

Atualmente, a geração hidrelétricano Brasil está dividida entre Central Geradora Hidrelétrica (CGH), Pequena Central Hidrelétrica(PCH) e Usina Hidrelétrica de Energia(UHE). As definições de cada fonte podem ser vistas na figura abaixo.

A hidroeletricidade conta com mais de 80 GW instalados no País e é a principal fonte de energia elétrica, sendo responsável por 90% da geração elétrica nacional e por cerca de 70% da capacidade instalada.

Em comparação com o resto do mundo, o Brasil desponta entre os países com maior capacidade instalada e potencial hidrelétrico, que é estimado em 260 GW. O mapa abaixo mostra o potencial brasileiro hídrico por região.

Segundo informações do Plano Nacional de Energia Elétrica, do potencial hidroelétrico, estima-se que mais de 170 GW são tecnicamente aproveitáveis, colocando o Brasil na terceira posição no ranking mundial. Desses, mais de 70% estão nas bacias hidrográficas dos rios Amazonas e Tocantins, áreas de alto interesse do ponto de vista ambiental. Nesse sentido, podem-se antever algumas dificuldades para a expansão da oferta de energia por novas hidrelétricas de grande porte e, por esse motivo, as PCHs vêm, nos últimos anos, aumentando cada vez mais a sua participação na matriz energética do País.

O setor já conta com mais de 400 PCHs em operação, que respondem por cerca de 3,32% da capacidade total instalada no País. Além disso, cerca de 200 PCHs, em um total de mais 1.400 MW, estão programadas para entrar em operação até 2015, sendo que, destas, 59 já estão em construção.

Grande parte da atratividade no setor de PCH é explicada pelas altas margens operacionais alcançadas com o baixo custo de geração/manutenção e por ser uma fonte que apresenta um grande histórico de medição de descargas, o que mitiga os riscos de uma geração efetiva inferior à planejada. Além desses fatores, as PCHs possibilitam um melhor atendimento às necessidades de carga de pequenos centros urbanos e regiões rurais, uma vez que, na maioria dos casos, complementam o fornecimento realizado pelo sistema interligado a certas distâncias do consumo.

Apesar do entusiasmo com o setor de PCHs no longo prazo, atualmente alguns projetos estão tendo que superar desafios ao longo do desenvolvimento e construção das usinas. Hoje, além da maior dificuldade em obter o licenciamento ambiental, o setor vem enfrentando dificuldade em viabilizar projetos considerando-se a escalada dos custos de construção civil e os baixos preços de energia praticados nos últimos leilões realizados pelo governo (em 2011, os preços praticados foram próximos a R$ 100/MWh), apesar da acentuada queda dos preços de aquisições dos equipamentos permanentes.

Para os próximos anos, o grande desafio do setor será reduzir os altos custos de implantação deste tipo de empreendimento que, segundo players do mercado, podem ficar entre R$ 6.000/kW e R$ 7.000/kW.